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Pêndulo


Ao método de utilização do pêndulo chama-se radiestesia (sensibilidade à radiação). Trata-se de um método muito conhecido pelo mundo fora há milhares de anos, fazendo parte do universo mais ou menos mágico dos esotéricos, como ferramenta que, não só lhes tornava possível entrar em contacto com o “além”, como também lhes servia para comunicar com conhecimentos fora do alcance do comum dos mortais.

Com o desenvolvimento das técnicas de utilização do pêndulo, o campo de trabalho destes especialistas aumentou de tal maneira que se podiam encontrar pequenos objectos perdidos (verdadeiras “agulhas em palheiros”) ou, ainda melhor, seguir, através de um mapa o rasto de pessoas desaparecidas (a chamada teleradiestesia), com as quais não havia qualquer contacto, a não ser através de dados, fotografias ou “elementos orientadores” (tecnicamente chamados “testemunhos”, tal como mechas de cabelo, gotas de sangue, traços originais de escrita, roupa muito usada).


ALGUMAS UTILIZAÇÕES PARA O PÊNDULO:Procura de lençóis de água • Procura de veios mineralúrgicos • Localização de objectos de valor, recentemente ou há muito perdidos • Procura de objectos de uso comum talvez perdidos  por instantes • Detecção de doenças orgânicas • Detecção de disfunções psicológicas • Detecção de radiações nocivas no subsolo • Perguntas sobre acontecimentos futuros • Perguntas sobre situações passadas • Perguntas sobre acontecimentos no tempo presente que não conhecemos directamente • Escolha de medicamentos • Estado do campo bioenergético do indivíduo • Análises da aura • Avaliação do estado das chacras ou centros energéticos • Rastreio à distância de pessoas ou animais perdidos • Análises de objectos para conhecer as suas cargas energéticas ou espirituais nocivas • Detecção de “pacotes de memória” (vulgarmente “fantasmas”) • Como “detector de mentiras” • Detecção de possíveis componentes tóxicos nos alimentos, etc. • Detecção de falhas em cabos subterrâneos, canalizações, etc. • Detecção de pontos de interesse sobre mapas ou cartas geográficas.



Como utilizar o pêndulo?

Para que ele indique a direcção correcta e receba a energia certa, a consciência da pessoa que está a utilizar o pêndulo, bem como a do(a) consultado(a), deverá ser pura, sem obstáculos e influências.
Em princípio, todas as pessoas são capazes de operar e utilizar um pêndulo, desde que sejam sensíveis quanto ao universo no qual vivem, sejam receptivas, tenham paz interior e uma mente (e corpo) equilibrada e que sejam capazes de esvaziar a cabeça de todos os pensamentos (semelhante à descontracção profunda). Por outras palavras, há poucas pessoas que não conseguem usar o pêndulo. Como é óbvio, a respectiva utilização necessita de um estudo paciente e aprofundado dos princípios do movimento.

A) Posição de pesquisa

Vamos realizar o primeiro exercício, utilizando esse pequeno e surpreendente instrumento.
Começaremos por praticar as três diferentes posições possíveis.
A primeira é a posição de pesquisa, isto é, a posição de saída.

Em todo o caso, é uma boa ideia levar a cabo uma sintonização especial antes de começar a trabalhar:
Aborde o trabalho calma e serenamente numa sala com um ambiente o mais despoluído e aprazível possível (pode pôr uma música agradável e utilizar óleos de essências).
Coloque os materiais numa mesa de trabalho desimpedida, descontraia o corpo, liberte a mente de todos os pensamentos e emoções. O melhor é pedir ajuda e orientação, bem como utilizar as técnicas que lhe proporcionam as energias desejadas.
O leitor não deverá iniciar o trabalhar quando se sentir altamente emotivo, zangado ou triste e deverá analisar-se, para ver se não possui intenções negativas. Tais energias podem deixar uma impressão residual no pêndulo que está a fazer, pêndulo esse que pode incorporar energias prejudiciais que influenciarão negativamente o respectivo trabalho e a precisão.

Depois há que encontrar a posição de pesquisa ou procura.
A posição de procura é a posição em que o utilizador do pêndulo começa a leitura ou a procura. Esta posição ajuda a pessoa a ligar-se e a ficar sintonizada ao pêndulo, bem como a receber a permissão para o utilizar num determinado fim. Esta posição é individual e pode ser um estado de imobilidade total por parte do pêndulo, ou um movimento para a frente e para trás.
Para encontrar a posição de procura, faça o seguinte:
Sente-se numa cadeira confortável, certificando-se de que não cruza as pernas ou os braços. (Por outras palavras, sente-se numa posição aberta).
Segure no fio do pêndulo com o indicador e o polegar. Olhe para ele como se esperasse ver um certo movimento. Veja se as pontas dos dedos que seguram o fio estão voltadas para baixo. Com a palma da mão também virada para baixo, segure o cordel com os dedos polegar e indicador. Deixe uns cinco centímetros entre a ponta dos dedos e a peça. Pode apoiar o cotovelo sobre a mesa, se o desejar.
Atinja um estado de calma através de uma descontracção profunda, equilibrando a respiração ou esvaziando a mente dos pensamentos que desejar. Certifique-se de que descontrai os músculos, sobretudo os do braço, dos ombros e os da nuca.
Agarre o pêndulo com a mão dominante (a esquerda para os canhotos) e coloque o fio entre o indicador e o polegar, com o pulso completamente descontraído.
Estabilize o pêndulo com a outra mão, para que fique sem movimento. O pêndulo terá de ficar a cerca de vinte centímetros da palma da mão dominante. Depois concentre-se.
Segure no fio, de forma a que o pêndulo fique acima dos joelhos, exactamente a meio. Peça-lhe o seguinte: “Mostra-me a posição de procura.” Repare no pêndulo. O mais provável é que a posição de procura seja a imobilidade, ou um movimento para a frente e para trás muito suave.
Em qualquer dos casos, esta posição mostra que o pêndulo está preparado para receber respostas e responder a perguntas. Se o pêndulo fizer movimentos circulares muito grandes, para a frente e para trás, o melhor é mudar de posição!
Parta da “posição de pesquisa” para todas as operações que aprender. Lembre-se de que não existem reacções universais no uso do pêndulo, isto é, a posição de pesquisa pode ser diferente entre pessoas. Como foi anteriormente dito, geralmente verificam-se duas reacções: ou não se move (o pêndulo estaca como se fosse um peso morto), ou move-se para trás e para a frente. Ambas são posições aceitáveis de procura. Pratique e defina isto.

B) Encontrar os movimentos para “SIM” e para “NÃO”

Depois de ter conseguido associar-se ao pêndulo e de encontrar a sua posição de procura, precisará de sintonizá-lo, para que possa reconhecer os sinais “SIM” e “NÃO”.
Há vários métodos para tal, e cada pessoa, de acordo com os respectivos sentimentos, escolherá uma determinada forma de sintonização.

Examinemos, agora, o SIM. Não existe um “SIM” universal. Contudo, a maioria dos radiestesistas concorda no que diz respeito a acontecer três reacções:
Se a posição de procura é a de “peso morto”, para alguns a resposta é SIM quando o movimento é de trás para a frente como se estivesse a concordar com a cabeça. Para a maioria das pessoas, o SIM é um círculo no sentido dos ponteiros do relógio. Uma minoria, escassa, ou uns dez porcento, gira no sentido inverso. Qualquer das três respostas será válida; para isso, você instintivamente deverá saber qual é. Se, por ventura tiver alguma dúvida, pode pedir ao pêndulo que lhe transmita o seu SIM.

Seguidamente, examinemos o NÃO.
No caso da resposta afirmativa ser um movimento de trás para a frente, o “NÃO” deverá ser de um lado para o outro, tal como quando você nega com a cabeça.
Pelo contrário, se a afirmação se manifesta com um movimento no sentido dos ponteiros do relógio, a negação deveria ser contrária aos ponteiros, e vice-versa.



Fonte: http://www.tendadaalma.com/index.php?option=com_content&view=article&id=420:como-utilizar-o-pendulo&catid=3:magias-e-rituais&Itemid=13

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