Image and video hosting by TinyPic />

Mãe do mal




Para quem tem uma mãe equilibrada e amorosa é muito fácil falar a respeito. Eu fui privilegiada com uma mãe que é inteira ternura, é o acolhimento em forma de gente, enfim, minha mãe é uma verdadeira mãe... Dotada do mais puro amor. No entanto, é triste saber da existência de mães cruéis, que infernizam a vida de seus filhos, que desejam destruir suas vidas, como quem diz: “SE EU NÂO FUI FELIZ, ELES TAMBÉM NÃO SERÃO”! Fico imaginando os filhos de uma mãe assim, o quanto devem ter sofrido na infância, pela ausência da figura materna, do colo, do carinho... E fico imaginando o sofrimento deles, após conseguirem crescer sem a figura materna e depois de terem construído suas próprias famílias, a tal pessoa que nunca foi mãe, nunca exerceu a maternidade, ressurgir do nada e iniciar uma romaria de perseguições, tentando a todo custo os desestabilizar também na nova vida. E que pena, que estes meus escritos não são fictícios, falo com propriedade, porque conheço uma mãe assim, infelizmente a conheço. Criatura nociva, maldosa, onde pisa deixa seu rastro de veneno, por ter seu universo interior transbordando revolta, é inimiga da vida e não aceita ver ninguém no bem viver... A vida inteira plantou desamor e colheu desamor, findando sua vida na solidão. Seja quem for, ela se aproxima com doçura e posteriormente, executa seus propósitos, causa intrigas, atua sempre querendo destruir todas as relações. Então quem está de fora talvez venha com aquela máxima popular: “Mãe é mãe”! Querendo dizer que não interessa os defeitos, os filhos devem sempre tolerar suas mães. Não meus amigos, jamais julguem filhos que optarem por viverem longe de suas mães, pois mães não são entidades divinas, são criaturas comuns, nem todas as mulheres são dignas, nem todas possuem o merecimento de serem chamadas de mãe. Certa vez, estava eu num salão de beleza e presenciei uma senhora de aparência muito distinta falar a uma moça:

- Minha filha, fizeste muito bem ao te afastares desta mulher, mesmo sendo mãe do teu marido não a permitas adentrar em tua casa, ela destruiria tua união. Dom Ivo Lorscheiter, hoje já falecido, pedia a todos do bispado que barrassem a entrada desta criatura, pois por onde ela passa semeia discórdia, possui uma mente doentia.

Gente, quisera isso fosse uma história inventada, quisera todas as mães fossem exemplos de seres humanos, mas a vida real é muitas vezes desesperadora, dá a filhos mães esquizofrênicas, psicopatas, providas de uma maldade inaceitável aos olhos de pessoas saudáveis emocionalmente. Quem sabe em breve eu decida escrever toda essa história triste, as peripécias maquiavélicas desta mulher, para que as pessoas aprendam a jamais julgarem um filho que se distancia de sua mãe, para que as pessoas de fato entendam que um filho somente se afasta quando a mãe não propicia nenhum tipo de bem estar. Afinal, qual o filho que não quer estar próximo de sua mãe? Se o filho se afasta é porque não há possibilidade de convivência. Feliz de mim e de ti, que temos uma mãe de verdade, que não importa a idade que tenhamos hoje, ainda nos oferece todo amor do mundo, que podemos confiar, que podemos ter do nosso lado num convívio maravilhoso. É meus amigos, nem todas as mães são como anjos materializados, há as mães demônios que os filhos não têm outra alternativa a não ser exorcizá-las de suas vidas. É TRISTE, MAS É FATO! 



By  Lu Scheffelbain

Todas as reproduções, parciais ou na íntegra, devem fazer referência 
ao nome da autora Lu Scheffelbain  e ao blog http://eulunaluz.blogspot.com/





4 comentários:

Ivone Poemas disse...

Lu, concordo contigo nesse relato, sim, tem mesmo todo tipo de pessoas, mães assim, tanto que está até sendo mostrado em novelas, pois é, a"Carminha" é um exemplo triste de mãe, isso é ficção mas acontece e muito, têm mães que abandonam seus filhos sem nem ao menos tentarem os criar e amar.
Aqui nesse relato nem é questão de julgar, mas de constatar!!!
Eu também tive uma mãe maravilhosa igual a sua, ainda sinto saudade dela depois de 22 anos que ela se fora!
Amiga, foi bom esse post, pois mostra que mãe não é santidade mesmo, mãe é pessoa comum como todos os seres, mas tem sim as que são "Deusas" de nossas vidas!
A essas "Deusas" devemos sim reverenciar por toda a nossa Vida, Vida com "V",como gosto de escrever!
Abraços minha amiga "mais que querida"!
Ivone

Eu LU na LUZ disse...

Ivone, amiga mais que querida! Bem como disseste, não estamos aqui a julgar, pois não somos adeptas de tal ato, é apenas uma constatação. O intuito do meu post é justamento para fazer com que pessoas que sentem prazer em julgar, calem-se! Quem nunca passou pela situação, quem não conhece a realidade dos fatos, que aja de forma respeitosa e não emita opiniões a respeito. Os filhos de mães assim sofrem e muito, pois além de se sentirem órfãos, de não possuírem o amor materno, ainda se sentem assombrados, receosos: "O QUE DIREI ÀS PESSOAS"? Justamente por acreditarem que as pessoas jamais entenderiam sua atitude de afastamento! Eu particularmente, não sou a favor de nenhum tipo de julgamento em nenhuma situação da vida, pois nunca sabemos de fato o por que de certas pessoas agirem desta ou daquela maneira. Mas o ser humano é criatura interessante, para não dizer "sem noção", todos sempre têm muitas teorias a respeito de tudo, falam pelos cotovelos sem propriedade alguma, sentem prazer em tripudiar os infortúnios alheios, nem sequer se importando com o quanto de dor isso causa em quem já vive em estado de dor, quem vive a desventura na prática. Beijos pra ti Ivone, abraço carinhoso a ti que és uma mãe maravilhosa, uma MÃE DEUSA para teus filhos! Beijos

Ivone Poemas disse...

Linda, obrigada, sei que você também é uma mãe assim, "Deusa", os meus netos também têm nas mães deles, tanto a minha filha quanto a minha nora, são mães maravilhosas, até me lembrei aqui de algo que aconteceu ontem, pois é, infelizmente morreu uma amiga da Daniela, ainda jovem, com 32 anos!
O Fabrício estava aqui em minha casa na hora da notícia e viu meus olhos com lágrimas, ficou tristinho e logo perguntou pra Sabrina:"-A mãe está chorando?", enxuguei meus olhos e o abracei com uma ternura tão grande,que lindo, ele estava com dó da mãe que havia perdido a amiga,pois ele nem conhece essa amiga da mãe, por fazer tempo que elas não se viam,eu nem a conheci, trabalhou com a Dani, mas também minhas lágrimas foram de dó da Dani e dos familiares, tão jovem ainda, que pena!
A vida tem dessas coisas, as alegrias e as tristezas e logo em seguida ternura assim por diante né amiga?
Escrevi aqui só pra mostrar que viver é mesmo isso, coisas boas, ruins, alegres, tristes, enfim...?!
Nem podemos viver fugindo disso, temos de encarar, mas que senti ternura pelo Fá senti, ele é mesmo sensível e especial,ama demais a mãe dele, nossa!!!
Abraços amiga linda!
Ivone

Anônimo disse...

Infelizmente eu sei o q é ter uma mãe assim. Me deixou com meus avós, nunca cuidou de mim, não me ligava, não me procurava de forma alguma. criou as outras filhas como se eu não existisse... Depois de muitos anos apareceu... não me abraçou, não demonstrou nenhuma felicidade ao me ver ( depois de 15 anos). não tentou nenhuma aproximação e tb não me dava brechas... Passados alguns dias começou a fazer fofocas com meu nome pra toda familia, falando coisas que não existem... inventando mentiras, quase fez meu avô me expulsar de casa.... Sofri muito.. não consigo entender como ela pode ser tão cruel... dizer tantas mentiras!